Como |
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Tipo (*) |
Eletrólito |
Faixa de temp. (°C) |
Vantagens |
Desvantagens |
Aplicações |
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PEMFC |
Polímero (H3O+) |
20-120 |
Alta densidade de potência Operação flexível Mobilidade |
Custo da membrana e
catalisador Contaminação do catalisador
com CO |
Veículos automotores Espaçonave Unidades
estacionarias |
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PAFC |
H3PO3 (H3O+) |
160-220 |
Maior desenvolvimento
tecnológico Tolerância a CO |
Controle da porosidade do
eletrodo Eficiência limitada pela
corrosão |
Unidades estacionárias Geração de calor |
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MCFC |
Carbonatos fundidos (CO32-) |
550-660 |
Tolerância a CO/CO2 Eletrodos à base de Ni |
Corrosão do cátodo Interface trifásica de
difícil controle |
Unidades estacionárias Cogeração de eletricidade /
calor |
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SOFC |
ZrO2 (zircônia) (O2-) |
850-1000 |
Alta eficiência (cinética favorável) A reforma do combustível
pode ser feita na célula |
Problemas de materiais Expansão térmica |
Unidades estacionárias Cogeração de
eletricidade/calor |
(*) PEMFC (Proton Exchange Membran Fuel Cell), PAFC (Phosphoric Acid
Fuel Cell), MCFC (Molten Carbonate Fuel Cell) e SOFC (Solid Oxid Fuel Cell)
As outras, todas têm
vantagens para aplicações mais específicas, por exemplo, cápsulas de foguetes.
Para estas aplicações usam-se carbonato fundido. Elas
utilizam eletrodos de prata e acabam custando muito mais caro. Para células
comerciais, a melhor é a PEM.
PEM: A PEM, assim como o
SOFC, tem um eletrólito sólido. Sendo assim, esta célula possui uma excelente
resistência à passagem de gás. Ao contrário da SOFC, a célula opera a apenas 800C,
o que faz com que a célula atinja sua temperatura de funcionamento mais rápido,
mas o calor que sai da célula dificilmente pode ser usado para cogeração de
mais energia. Os resultados dos testes mostraram que a célula pode operar a
altas densidades de corrente comparadas com as outras células. Entretanto, a
administração de calor e de água pode limitar a operação prática do sistema. A
tolerância da PEM a CO está em um baixo nível de ppm para baixas temperaturas mas pode ser muito maior se a PEM for feita para altas
temperaturas.
AFC: Criada para o programa
espacial Apollo, demonstrou ser muito útil para as experiências espaciais.
Entretanto as pesquisas terrestres mostraram que a célula só poderia ser
alimentada por Hidrogênio puro, pois pequenas quantidades de CO2 poderiam
entrar em contato com a membrana e prejudicá-la de forma irreversível. Estas
pesquisas descobriram formas de abastecer a membrana com outras fontes ricas em
hidrogênio, de forma que chegue à célula apenas H2, mas isto encareceria de
forma proibitiva a nova membrana.
PAFC: Como o CO2 do
combustível reformado e o ar não reagem com o eletrólito desta célula e devido
a sua baixa temperatura de funcionamento, esta seria uma boa opção de fonte de energia. Além
disso a sua temperatura de funcionamento permite que o calor gerado por
ela seja utilizado de outra forma, como por exemplo aquecer água ou ar, ou
ainda funcionar de maneira conjunta com outro tipo de gerador. Entretanto a sua
eficiência energética é a menor dentre as células combustível, cerca de 37 a
42%. Além disso o gás CO trocado por uma reação de troca
com vapor de água para menos de 3 a 5 vol% na entrada do ânodo da célula ou
afetará a catálise.
SOFC: esta é a célula que
esta passando por uma maior período de desenvolvimento, começando no fim dos
anos 50. Devido ao eletrólito sólido, a
célula pode ter várias formas, como tubular, plana ou monolítica. A cerâmica
sólida de sua constituição alivia qualquer problema de corrosão da célula. A
ausência de líquidos elimina o problema de movimento na eletrolise ou de
enchente nos eletrodos. A cinética da célula é rápida e o CO e diretamente
usado como combustível. Não há exigência de CO2 no cátodo como na MCFC. Devido a temperatura de operação, em torno de1000oC, o
combústível pode ser reformado fora da célula. A elevada temperatura tem seus
problemas. Há expansões térmicas diferentes entre os materiais e a vedação é
difícl em células planas. A alta temperatura limita a seleção de materiais e
dificulta o processo de fabricação. A célula exibe ainda uma alta resistividade
no eletrólito, gerando uma baixa performance. Ao tentar abaixar a temperatura
de funcionamento da célula, a resistividade aumenta.
Devido a estes fatores, a
célula usada hoje em dia, nas mais diversas aplicações é a PEM.
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